“Maceió, são 200 anos de amor e história”

By Vi


No meio do ano a Lú veio com a ideia maluca de viajarmos juntas nas férias. Eu, meio que por instinto, descartei a hipótese na hora. Como sair do Rio nessa crise? A proposta, no entanto, era bastante tentadora para não ser levada em consideração. Nordeste, 8 dias, hospedagem grátis (no apartamento do tio dela), sol, praia e descanso. Tem como recusar? Descolei a passagem como presente de aniversário da mamadi e só esperei novembro chegar para arrumar as malas.

Fomos eu, Lú, Vanessinha (amiga em comum, e uma das nossas piscianas favoritas), Sá (minha irmã e também no grupo top das piscianas) e a tia Marilene (mãe da Lú e figuraça de carteirinha). O já citado tio Roger nos recebeu como um verdadeiro tio, sempre super carinhoso, brincalhão e bem humorado, mesmo com a mulherada invadindo sua casa. Fomos muito mimadas!

A cidade é um encanto, povo hospitaleiro, simpático e paisagens que não cansamos de apreciar de tão bonitas. E olha que somos do Rio de Janeiro, então estamos acostumadas com tanta beleza. Eu não consegui nenhum dia deixar de me impressionar com a cor daquele mar. Cada praia mais linda que a outra! Ficamos em Ponta Verde, um bairro muito bom, comércio, quiosques de praia, bares e restaurantes acessíveis. Pertinho do pavilhão de artesanato, um feirinha imperdível, cada coisa mais linda que a outra. Eu, que não queria gastar, voltei com quatro vestidos, canga, toalha de mesa, bijus, pimenta, lembrancinhas…

O mais engraçado de lá é que o tempo parecia não passar, acordávamos bem cedinho, até 8h todo mundo estava de pé. Tomávamos café da manhã com os deliciosos pães de lá, o queijo coalho que não dá vontade de parar de comer e corríamos para a praia. Fazíamos tudo e mais um pouco e quando víamos, ainda eram 15h. Em compensação 23h tava todo mundo de pijama na cama. Acho que o dia em que dormirmos mais tarde foi quando fomos ao cinema, porque a Lú tem uma regra que férias que é férias tem que rolar cinema no meio da semana. Ou seja, não conhecemos a noite de Maceió, apesar de termos ficado ao lado de uma das boates mais famosa de lá.

Maceió é muito barato, não sei se porque fomos no começo de temporada e no meio da crise, os preços comparados com os do verão no Rio chegam a ser ridículos. Foi uma viagem maravilhosa, onde o tempo não se dava ao trabalho de passar, mas quando piscamos já estávamos no avião de volta com aquele desejo de querer ficar mais pouquinho.

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